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Mirallatos
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MensagemAssunto: Blog da Campanha   Seg Jun 30, 2008 5:40 pm

Pessoal, vou manter aqui as atualizações do blog.


http://abismorpg.blogspot.com/


Atualizado em 26 de Junho.
Orgulho Ferido II
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Oldul

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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Ter Jul 01, 2008 1:18 pm

putz... aqui no serviço o blog voltou a ficar bloqueado, será q não tem como colocar uma copia do texto aqui no fórum? Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy
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Thormuld Horn

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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Ter Jul 01, 2008 5:28 pm

Gostei tanto da aventura quanto do estilo narrativo. É impressão minha ou senti uma pitada de influência do Howard no texto? Very Happy
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Oldul

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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Ter Jul 01, 2008 6:24 pm

isso é maldade, alguém podia copiar o texto do blog e colar aqui néh.... assim eu ia poder ler e matar a minha curiosidade geek geek geek geek geek geek geek geek geek geek geek geek geek geek geek geek rendeer cheers Basketball drunken Very Happy alien study lol! flower
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Auran

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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Ter Jul 01, 2008 10:46 pm

Fiquei com dó.
___________________________

Orgulho Ferido - Parte II
Orgulho Ferido - Parte II
1598 Era dos Homens , 80º Dia do Verão
Sellênthia, Cidade do Falcão – Sellen

Auran Fanir e Karlaya dos Ermos Brancos tentavam se proteger como podiam em meio àquele caos. A chuva de flechas ia, aos poucos, encharcando a praça com o sangue dos citadinos. Agachados ainda no palanque, o casal viu uma flecha se enterrar brutalmente no peito de um jovem nobre, fazendo contorcer-se de dor e terror.

“- Anderas, olhai por nós!” - gritavam alguns, enquanto mais e mais projéteis élficos espalhavam a morte.

- São elfos! Porque os elfos? – gritou uma voz desconhecida.

Auran também se perguntava. Pelo que sabia sobres povos estrangeiros, os elfos eram amigos, ou ao menos, não eram inimigos. Mesmo os reclusos elfos de Nen Syrenir, que diziam ser selvagens, não mantinham relações ruins com as nações do Império Relloriano. Teria o duque alguma ligação com o ataque As respostas ficariam para depois. Porque pela primeira vez em décadas, o povo da Cidade do Falcão sentia o cheiro do sangue de seus compatriotas, e não de um inimigo qualquer.

Tentando não entrar em pânico, Auran puxava Karlaya pelo braço, procurando um local seguro. Naquele momento os mais ínfimo beco lhes serviria de abrigo, mas tudo o que conseguiu visualizar era fogo, nas moradas antigas, nas torres. Apenas um local parecia a salvo, o prédio da guarda, onde tantos outros nobres estavam sendo acolhidos. Seguiu para lá, enfrentando uma leva de pessoas desesperadas, enquanto os elfos davam rasantes com suas águias velozes.

Com dificuldade, após vencer a multidão desesperada, o casal havia se aproximado finalmente do prédio. Muitos guardas retaliavam cruelmente qualquer um que tentasse invadir o prédio, alguns inclusive foram mortos como tentativa de dar um exemplo. Mas havia muitas pessoas e nem todos os guardas da cidade juntos conseguiriam contê-las ali, portanto os portões foram fechados antes mesmo que Auran pudesse se identificar.

E foi aí que vieram os primeiros tremores da noite, seguidos de explosões furiosas.

******
O odor de sangue humano preenchia as narinas reptilianas do bando, fazendo-os salivar. E muito embora aquela chacina tenha acontecido à noite, Oldur sentira aquele cheiro durante todo o dia. Era o cheiro da morte. E à medida que o véu da noite caia, os presos pareciam ainda mais agitados, enquanto o medo aflorava no olhar de alguns guardas.

Quando o ataque élfico começou, muito pouco dos guardas permaneceram naqueles corredores. Um dos guardas inclusive gritava alertando sobre a fuga dos homens-lagarto, enquanto a cela destes se abria misteriosamente. Outra cela também foi aberta de súbito, dela saíram dois homens, um caolho com ar ameaçador, seguido de um rapaz com uma tatuagem estranha nas costas. O primeiro era conhecido apenas como “Caolho”, o “assassino de reis”, enquanto o segundo era Adiel De’Clayter, o “assassino de prostitutas”.

Enquanto boa parte da nobreza estava entrando no prédio da guarda, no andar de cima, a escória do reino se livrava das jaulas. Uma falsa rebelião fora arranjada, e tanto Oldur quanto Adiel sabiam disso, porque não havia um guarda sequer no caminho, ninguém resistiria. Seguiam para as escadas que levavam ao subterrâneo, primeiro os temidos homens-lagarto, depois Adiel e seu companheiro de cela. Quando finalmente a fuga parecia garantida, uma explosão abalou as estruturas do prédio, roubando o chão sob os pés dos fugitivos.

Aquele estrondo foi um marco de terror, a primeira de tantas explosões que fizeram daquela noite sellentina uma das mais amargas de sua história. A cidade não estava somente sob ataque élfico, mas também sofria com um cerco poderoso, cujos projéteis incendiários começavam espalhar destruição.

******
Phalanx pensava estar passando por alguma provação de Trydan, o Deus Trovão. Primeiro ouvira um estrondo aterrador, depois um silêncio sepulcral. Por alguns instantes pareceu estar entre nuvens, vendo o céu profundo á frente, repleto de estrelas que se moviam velozes. Um destes pontos luminosos vinha velozmente em sua direção, com um zunido característico. Então ele se lembrou das flechas, das águias gigantes... Dos elfos! Virou-se a tempo de evitar o projétil, a flecha se enterrou no chão com força suficiente para esmagar um crânio.

O sacerdote pôs-se de pé e dando-se conta do que acontecera, estava cercado de corpos e detritos. Momentos antes, procurava um abrigo contra a chuva de flechas, mas um edifício próximo explodiu subitamente, atirando-o para o outro lado da rua. Por sorte um amontoado de feno o livrara do pior, mas seu peito ainda retumbava com o impacto.

Perto dali, outros sobreviventes se levantavam, dentre eles um bando de homens-lagarto. Ao notar a presença das criaturas, Phalanx se recordara rapidamente de sua missão, tinha na memória a nítida lembrança da destruição no pântano, o fim que levou a aldeia daquelas criaturas. Imediatamente se apressou em abordá-las, murmurando para si: “Akiri’zesh”.

As criaturas também pareciam atordoadas com a explosão, muito embora suas escamas os tenham protegido de qualquer ferimento superficial. O maior deles, naturalmente o mais forte, tinha a crista maior e olhos amarelados. Ele olhava curiosamente para um corpo no chão, cuja costa estava tatuada com uma pedra em forma de crânio. Phalanx se aproximou do homem-lagarto e logo viu a tatuagem na costa do garoto.

- Você é Oldur Talt’Mec? – Perguntou.

Oldur o encarou, desconfiado. Porque após meses de cárcere, podia sentir o cheiro da liberdade novamente e não sabia se podia confiar em qualquer humano.

- O que quer humano? Como sabe o meu nome?

- Akiri’zesh me enviou. Os trasgos traíram teu povo e destruíram a aldeia no pântano. Eu vi toda a destruição de perto. Tenho uma mensagem para o você e outra para o rei destas terras.

- Onde está o Xamã? – Oldur exibia as presas e fulminava o sacerdote com um olhar de fúria.

- Morto. A praga o levou... Mas pediu que lhe avisasse algo sobre seu povo. As crianças e fêmeas fugiram, e seguiram para uma tal “Pedra do Crânio”...a descrição é igual a essa nas costas deste prisioneiro.

Adiel estava tonto e ouvira a conversa entre Oldur e Phalanx como um sonho distante. Devia estar com uma costela quebrada, porque sentia uma dor lacerante, como um grande espinho bailasse em seu pulmão. Enquanto levantava, praguejou tanto, que faria a fala de um demônio parecer uma canção de ninar. O jovem levantou e procurou uma rota de fuga, pois finalmente estava livre. Mas antes que o fizesse, foi segurado por Oldur.

******

Quando recuperou o fôlego, deus graças a Anderas por estar vivo. Ao seu lado estava Karlaya, coberta de pó e aparentemente desacordada. O rapaz fez um esforço para se levantar e ficou horrorizado com a quantidade de mortos na praça. Viu um elfo andando entre eles, trazia uma cimitarra élfica na cintura, um manto de pele de urso e era seguido por felino feroz.

- É nossa chance Auran! – ouviu a voz trêmula, Karlaya. Ela se levantava procurando por algo na praça, até perceber que o duque preparava-se para deixar o local. Auran se assustou com a reação súbita da maga. Sem dar a devida atenção aos ferimentos começaram a se dirigir na direção do palanque. Dravenic, por sua vez, estava cercado por uma guarda pessoal e não parecia tão alarmado enquanto era escoltado até sua carruagem.

- Dravenic! - Gritou Karlaya – Você nos deve algumas explicações. Karlaya estava suja e ferida, mas sua postura e entonação de voz eram firmes.

- Quem é você para falar com um nobre neste tom?
- Ela se chama Karlaya, mas caso o nome dela não lhe tenha valia, saiba que ela fala por mim também. Sou Auran Fanir.

As palavras saíram da boca do rapaz emotivamente, pois ele sabia das conseqüências ao comprar uma briga com o duque.

- Feliz com a maravilha da noite? Saiu como planejado? – ironizou a mulher dos ermos.
Os olhos do duque lampejaram num ódio contido. Era tudo que ele não precisava naquele momento, pois outro acontecimento requeria sua atenção.

- E do que me acusam? – Retrucou o nobre, levando a mão ao punho da lâmina.

- De espalhar a praga – devolveu Karlaya.

Dravenic sorriu.

- É um momento propício para me acusar de qualquer coisa, temos uma guerra iminente...

- Não distorça os fatos! – interrompeu Auran.

- Tola insistência! Se insistirem, lavarei minha honra com sangue. – as palavras do duque eram ao mesmo tempo curiosas e irônicas. Ele ergueu a lâmina na direção do casal. Todos os guardas repetiram o gesto do nobre.

Auran teria falado algo, mas um lampejo de luz se concentrou ao redor das mãos da maga, que pronunciou palavras tão antigas quanto o mundo.

Uma grande esfera branca foi atirada na direção do grupo, seguida de uma explosão tão fria quanto o cume de uma montanha. A magia de gelo levou metade dos guardas ao chão e quando a nuvem gélida evaporou, Dravenic estava abaixado, envolto pela capa.

- Os Arcanos Imperiais estão acima do título de nobreza. Exijo explicações para suas palavras naquela biblioteca, na noite do baile da vitória.

Auran olhava um tanto perplexo com o poder que até então desconhecia em Karlaya. Dravenic, por sua vez, estava de pé novamente e sua lâmina brilhava num tom púrpuro.

- Garota, não é saudável espionar nobres. Mas já que o fez, sinto decepcioná-la, para acusar-me de algo, terá que provar primeiramente ao rei, depois ao império. Como não há fundamentos no que fala, terei prazer fazer-te prostituta de minha guarda, depois darei tua carne aos porcos e beberei hidromel no seu crânio. Quanto a você, Auran Fanir, te darei uma segunda chance, pelo parentesco de sangue. És jovem e rico, pode ter a mulher que quiser.

Ao terminar, Dravenic cuspiu e deu as costas seguindo novamente para a carruagem:
- Mantenho a acusação – disse Auran. O duque parou e ficou em silêncio por alguns instantes.
- Você teria sido mais útil como um cavaleiro, rapaz. Que assim seja, lavo minha honra agora – Dravenic empunhou a lâmina, virou-se subitamente e correu na direção do casal. Karlaya começou a pronunciar outro encanto, mas foi surpreendida pelo rugido de uma fera.

Um Jaguar avançou na direção do Duque e prostrou-se no meio do caminho. Em seguida uma voz ecoou na praça já vazia:

- Sou Garra de Jaguar, de Nên Vallanir. A morte se espalha pela vastidão, como uma chama maligna a queimar um pergaminho velho. Mas vocês, homens, se perdem em outra de suas intrigas.

- E o que você quer... elfo? – perguntou o duque.

- Tenho uma mensagem para o rei da terra dos cavaleiros.

- Todos têm. – devolveu Dravenic – Como quiserem – disse virando-se para Auran e Karlaya – teremos um acerto de contas mais tarde, agora tenho assuntos mais importantes a resolver.

Naquela noite todos teriam, em verdade, uma pergunta a fazer para Alastor II. Mas o rei não havia comparecido à reunião, talvez nem soubesse de tudo que acontecera naquela noite. Quanto a Dravenic, sabia dos riscos de atrair a atenção não somente da nobreza, mas também dos elfos. Preferiu não enfrentá-los num confronto direto, entrou em sua carruagem e desapareceu nas ruas sellentinas.

******

Uma explosão mágica na praça atraiu a atenção de Phalanx, Oldur e seu bando, era justamente a oportunidade que Adiel precisava para fugir. O Caolho golpeou o lagarto com uma pedra, enquanto o escorregadio rapaz se desprendeu correu para o beco mais próximo.

- Peguem-nos – berrou o líder das criaturas, irritado com a distração – se preciso, tragam-nos mortos! Era da caçada.

Oldur e os homens-lagarto correram para o véu de sombras dos becos sellentinos. A confusão na praça parecia ter acabado, mas uma catástrofe ainda pior tomava a cidade. O cheiro de fumaça pairava no ar, corpos cobriam o chão como um lençol macabro e gritos de terror chegavam todo o momento, carregados pela brisa noturna.

Phalanx pensou em segui-los, mas foi abordado por um rapaz muito bem vestido, acompanhado de uma mulher loira e altiva. Mais atrás vinha também um elfo soturno acompanhado de um jaguar.

- Não pudemos deixar de notar que há mais forasteiros no caos desta noite. Um homem de Cerants?

- Primeiramente, com quem falo? – indagou Phalanx, encarando o nobre sellentino.

- Auran Fanir, e esta é Karlaya dos Ermos brancos. Aquele é...Garra de Jaguar, um elfo mensageiro de Nên Vallanir. Estamos em paz.

- Sou Phalanx Soccer Hovhannes, acólito de Trydan! - a voz do sacerdote era altiva e confiante - Também venho em paz e trago uma mensagem para teu rei.

- Outro. – disse Karlaya, olhando para a destruição no prédio da guarda.

- E o lagarto, quem era? – perguntou Auran, olhando para as sombras dum beco próximo, achava ter visto alguém nas sombras, mas como não tinha certeza, preferiu o silêncio.

Um súbito clarão de luz chamou a atenção de todos para o norte, seguido de outro estrondo aterrador.

- Não há tempo para explicações, mas adianto: trago uma mensagem sobre a praga - comentou Phalanx, na direção do clarão.

- Praga? O que você sabe sobre ela? – Perguntou Karlaya.

- Como dito, não há tempo agora. Precisamos encontrar teu rei antes que uma daquelas pedras flamejantes caia sobre nossas cabeças.

Instante depois, Oldur retornou, trazendo consigo apenas uma tira de pano nas mãos.

- Quase consegui – dizia para si, mas acabou sendo ouvido por todos – maldito macaco!

- Quem é você? – Perguntou Garra de Jaguar, com um ar desconfiado.

Oldur encarou todos os presentes, até encontrar os olhos do elfo. Avaliou-o e notou certa semelhança com o xamã da própria tribo, portanto concluiu ser o mais perigoso de todos.

- Sou Oldur Talt’Mec, guerreiro do trono de ossos. Onde está o maldito rei dos homens?

- Talvez morto...

Esta última fala saiu da sombra de uma estátua antiga, que retratava um cavaleiro. Logo uma figura maltrapilha saiu de lá, estava envolta num manto escuro.

- Me chamo Eulian, venho de Fall’Talar, descendente da mesma casa de elfos que atacaram esta cidade. Mas antes que cheguemos às explicações, aconselho que procuremos Alastor II, pois o rei corre perigo.

E assim, naquela noite de verão, pela primeira vez estavam juntos as seres mais corajosos que conheci. Áquela altura, não somente Sellênthia, como inúmeras outras cidades do norte do Império Relloriano sofriam nas mãos de inimigos traiçoeiros. Os ataques varreram cidades do mapa e a capital de Sellen, a intocável Cidade dos Cavaleiros, teve seu orgulho ferido.

-----------------------------------------------------------

Nota: Orgulho Ferido I e II é um relato pseudo literário da primeira sessão da campanha. Foi praticamente uma introdução, onde apliquei os ganchos que uniriam os personagens na saga por vir. Ela foi jogada, se não me engano, numa madrugada obscuram em Março ou Abril de 2007.

Jogadores: Danilo, Benone, Fábio, Ernandes, Leonardo e Herik.
posted by Ataualpa S.Pereira @ 15:15 0 comments
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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Qua Jul 02, 2008 12:13 pm

bounce bounce bounce heiiiii!!!!!!! não foi ae q o grupo se reuniu, foi nos esgotos, eu quase ataquei o Auran.... eu lembro!!!! vc vai pular a parte dos esgotos? não vamos ter o encontro com aquela yuan ti, vai atalhar para aquela batalha contra os goblins incendiários, ou irá direto para aquele confronto desesperado pra salvar os guardas presos junto aos barris de pólvora????????? bounce bounce bounce

descruba as respostas para todas essas perguntas e muito mais no próximo episódio de A-B-I-S-M-O


ps: pertinente classificar aquela madrugada como obscura rsrsrsrsrs, o lado negro da força envolvia o ambiente uhauahuahauhauhauhauah afro afro afro
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Mirallatos
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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Qua Jul 02, 2008 7:20 pm

To sem tempo de pegar pra escrever.

Se alguém quiser pegar o texto pra alterar e depois eu amarrar as pontas, sinta-se livre.
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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Seg Out 13, 2008 5:03 pm

Rá! Rolei um teste CD 10 com +11 de Bônus. Passei no teste, graças! Razz

Nova postagem adicionada, com gostinho de quero mais.
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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Seg Out 13, 2008 5:46 pm

Olha o DM trapaceando nos bônus e ainda diminuindo a CD...pfff




Razz Razz Razz Razz Razz lol! lol! lol! lol! lol! lol!
Elrhorir Mithrandir efetuou 1 lançamento(s) de dados D20 (Imagem não informada.) :
14
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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Seg Out 13, 2008 5:49 pm

Os gritos do rei ecoaram pelos corredores, mas seu corpo nunca foi encontrado. Até hoje, quase vinte anos depois, não se sabe o que aconteceu exatamente a Alastor II.

...

...

...

20 anos depois???? Mas do que diabos você está falando? Question
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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Seg Out 13, 2008 5:52 pm

Eu A-DO-RO este Smile. Razz

Ele é meio "vou fazer cara de sonso".

Joguemos caro amigo, joguemos.
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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Seg Out 13, 2008 7:23 pm

Quero jogar... Quero muito jogar. Quero muito jogar muito.
E o Rei tomou um head shot

king
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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Ter Out 14, 2008 10:46 am

Auran escreveu:
20 anos depois???? Mas do que diabos você está falando? Question

acho q eu faço uma idéia do q pode vir a ser isso, ou de quem é q pode está fazendo o relato... qnd joguei com Brendor, o paladino, este se encontrava já velho, num tempo onde nosso herois já eram conhecidos, ou pelo menos lembrados... talvez seja ele quem tenha feito o relato de nossas aventuras.... oi quem sabe aquele elfo do benone... ah sei lá.... são só expeculações cat

e sim, tb estou instigado pra jogar Very Happy
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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Seg Out 27, 2008 5:44 pm

Blog atualizado.

E, por favor, divulguem-no! cheers

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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Seg Out 27, 2008 7:54 pm

parabéns me instigou a ler mais e mais..


unico problema: ficou curto!


hehehe
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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Seg Nov 10, 2008 3:06 pm

Blog atualizado. Comentem se puderem...

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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Seg Nov 10, 2008 5:05 pm

Tinha até me esquecido que nossos personagens já tinham fans. Que bom lembrar. E para mim que vou narrar em breve é legal ver como você preparou o encontro.

P.S: Pena que não estava no segundo encontro.

Perdi 3 encontros até hoje: O forte prestes a explodir, A Aranha Gigante, Final do embate dos hobgoblins no "desfiladeiro"


Última edição por Auran em Seg Nov 10, 2008 10:22 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Seg Nov 10, 2008 8:44 pm

Cara...tem gente até da China acessando esse blog. Razz

Vou passar os dados do Histats pra vocês verem.

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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Ter Nov 11, 2008 8:58 am

oia sow.... pensou sair um mangá com a história baseada nos nossos personagens uhauhauahuah
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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Seg Dez 08, 2008 9:06 am

Acho bom vocês assinarem a lista de leitores do blog. ALiás, já observaram as últimas atualizações?

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MensagemAssunto: Re: Blog da Campanha   Seg Dez 08, 2008 11:05 pm

nem sei o qq é isso... é de comer?
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